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Autor:  PPAULO
E-mail:  não-disponível
Data:  08/MAR/2010 7:05 PM
Assunto:  Pensamento em inglês
 
Mensagem: 

Gostaria de dar outra conotação aqui para pensar em inglês.

Apesar de não ser muito original, pois eu pesquisei de algum outro lugar, mas achei essas duas linhas de pensamento aqui:

 

http://www.ecenglish.com/learnenglish/lessons/quick-tip-thinking-english
Imagine que você começou a usar o seu relógio de ponta-cabeça. No início, parece estranho e faria dizer o tempo mais lento do que o habitual. Então, após um curto período de tempo, seria natural e que seríamos capazes de dizer o tempo rapidamente. A mesma regra aplica-se a pensar em Inglês.
Se você não está em uma situação onde você pode falar com outras pessoas em Inglês, você deve pensar sobre o que está fazendo em Inglês.   Por exemplo, quando você estiver lavando os pratos pensar sobre suas ações no Inglês. 
Quanto mais tempo você passa a pensar em Inglês, mais vai melhorar sua fluência que você vai precisar de menos "tempo para pensar".  Traduzindo do idioma em Inglês, leva tempo, então é melhor para adquirir o hábito de pensar em Inglês e não traduzir em tudo.   [GOOGLE TRADUÇÃO]


http://www.englishexperts.com.br/2007/03/09/aprenda-a-pensar-em-ingles/

Quando nós estamos dirigindo nós não percebemos quantas coisas estamos fazendo simultaneamente, quando nós estamos falando em Inglês isso deve acontecer também.
Vou detalhar um pouco a idéia. Quem já tirou carteira de motorista vai entender o que eu quero dizer.  As primeiras aulas na auto-escola são um tormento para o aluno, parece quase impossível lembrar de tanta coisa ao mesmo tempo – manobras, marchas, pedais, o cinto de segurança, setas – como se não bastasse isso tudo, cada um deve ser “ativado” em uma ordem determinada.  Isso para não falar dos outros carros, parecem conspirar contra você, querem atrapalhar de qualquer jeito a sua vida, querem bater no seu carro, verdadeiros inimigos ambulantes.
Acho que exagerei um pouco, mas é quase isso que acontece. Depois de algum tempo toda aquela dificuldade inicial, como que num passe de mágica, desaparece. Mas como?  Na verdade o nosso cérebro assimila aquilo tudo e transforma em conhecimento permanente, ou seja, em coisas que a gente não precisa pensar para fazer. Você pára pra pensar em como vai escovar os dentes? É claro que não!
 Com o inglês acontece o mesmo, quando estamos começando a estudar é complicado lembrar de tanta regra e tanto vocabulário novo. O segredo é praticar todos os dias, com o tempo aquele conhecimento se torna tão comum que a gente usa naturalmente. Vou dar um exemplo, observe o diálogo:
Hi. How are you?
I’m fine thank you. And you?
I’m fine too, thank you.
Você parou para tentar traduzir? Provavelmente não, essa é a primeira situação ensinada em qualquer curso de idiomas. De tanto ouvir, provavelmente você já assimilou.         Portanto, estude o máximo que puder, até o dia em que conseguir pensar em Inglês, depois é só colher os louros da vitória.

 

    Bom, agora vou falar da minha (pouquíssima) experiência.  O caso do relógio acima me lembrou do caso de turistas que vão para países que tem mão inglesa, eles não se adaptam? e o que dizer dos imigrantes que foram (e vão) para os Estados Unidos e outros países eles não se adaptam?

   É isso, no início tudo é novidade, a gente sofre para aprender; é muita informação.  Mas no final consegue, por que vale a pena.  Vale a pena conversar e se fazer entendido, amado, conseguir o que se quer, poder trabalhar, poder ler as "vistas" que dizem para onde os ônibus vão.

    Como já ensinei uma vez no Mobral (minha mãe era professora, e eu, uma simples criança que gostava de ajudar...), ouvi muita gente adulta dizer "quem não lê é como um cego".   O mesmo se aplica (de certa forma) ao que chega a outro país e não consegue estabelecer nenhum tipo de conversação.

     Então, prefiro a idéia de que "pensar em inglês" não seja o que, por impulso, a gente imagina.  Pensar em inglês, tem a ver com fluência, com sobreviver se você tiver que morar num bairro de algum país de língua inglesa (pelo menos se  fazer entender minimamente).  

     Ao mesmo tempo, tem a ver com não traduzir as coisas literalmente, ao pé da letra (quem já não o fez alguma vez na vida? claro, faz parte mas não se pode fazê-lo pelo resto da vida).

     Mais, é até se meter em situações engraçadas como um dia em que eu vi uma placa que terminava  em "do NE" (todas as letras eram de imprensa), meu cérebro não teve dúvida e automaticamente processou DONE (em inglês, mas após um tempo ele caiu em sí...e silenciosamente eu saí rindo de mim mesmo...como pode!)

 

   PP


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