Fórum EMB de Discussões
[  EMB's Main Menu  |  Forum Index  |  Cadastro  |  Search  ]
   
ENGLISH
PORTUGUESE
 LINGUISTICS & CULTURE


Autor:  PPAULO
E-mail:  não-disponível
Data:  27/SET/2010 6:39 PM
Assunto:  Translation
 
Mensagem: 

     Sim, esportes seria uma forma, e uma força (e no meu tempo isso era inserido na Educação Física).    Contanto que seja bem supervisionado e que seja exigido (em paralelo) com o bom andamento escolar do aluno.

     E que esporte não seja apenas para "dar ponto" em matérias ditas difíceis (como matemática e português).

 

     Há muitas outras questões envolvidas, eis algumas:

   -O combate ao uso de drogas (bem como trabalho de conscientização, se contrapondo ao que hoje se vê, pessoas querendo fazer passeatas em favor delas, digo do uso delas, livremente)
   -A integração dos jovens ao mercado de trabalho, começando como aprendizes ou coisa assim. Dessa forma aumentando sua auto-estima.
   -A nomeação de pessoas que realmente gostem de gente, e que sejam bons exemplos (mas sendo sempre acompanhadas, para não se "estraviarem" elas mesmas).
   -Mudar o conceito de ensino estandardizado, um exemplo de São Paulo não pode ser o mesmo para Carne de Vaca na Paraíba ou Rio do Fogo no RN. As realidades são diferentes.
   -Criar situação de segurança nas escolas, principalmente nas capitais.
   -O envolvimento de pais e alunos (por exemplo, eleição de diretores e participação de outras formas, como pais ensinando ou fazendo outros tipos de trabalho voluntário).
   -Incentivo aos professores, se possível em igualdade de condições; tendo por exemplo, um banco de dados em que um professor do Amazonas pudesse ser contemplado com um prêmio tanto quanto um do Rio Grande do Sul.  Os incentivos, se tem algum, são esporádicos, aqui e alí.
    -Fazer estudos de casos, e acompanhar (até estatisticamente) o desempenho das instituições de ensino.
    -Em certos casos contratar professores de reforço, por que na segurança se pode fazer uma Força  Nacional para casos extremos e na Educação não?
    -Pelo menos tentar separar (em alguns casos, para dizer o mínimo) os contratos e posições profissionalmente, não politicamente (isso ocorre mais em pequenas cidades, mas não diria que é muito diferente nas grandes).
   -Escutar os alunos e ouvir os professores e outros profissionais da educação, para não estabelecer políticas por controle remoto (de cima para baixo).
   -Criar um plano de cargos, atualmente muita gente entra no ensino público como professor e termina da mesma forma, não havendo progressão, nem horizontal nem vertical.
    -Envolver o público do entorno, empresas, museus, artistas etc.

 

 

   Isso só pra começar...

 

   Aqui, me parece um bom exemplo.  Pelo menos visto à distância, parece.

http://revistaeducacao.uol.com.br/textos.asp?codigo=12968
Em São João do Sabugi, município de 6 mil habitantes no Rio Grande do Norte, o prefeito nomeou uma secretária para cuidar exclusivamente da educação após o mau desempenho no Ideb de 2005 (2,1). A gestão exclusiva apostou em novas práticas de planejamento na áreas administrativa e pedagógica. Em 2007, o resultado foi 4,4 e em 2009, 5,3.

 


Envie uma resposta
Índice de mensagens


 English Made in Brazil -- English, Portuguese, & contrastive linguistics
Translation  –  Sab2010  27/SET/2010, 10:59 AM
Translation  –  Sidney  27/SET/2010, 4:05 PM
Translation  –  PPAULO  27/SET/2010, 4:33 PM
Translation  –  PPAULO  27/SET/2010, 4:35 PM
Translation  –  FOX FOX  27/SET/2010, 5:40 PM
 Translation  –  PPAULO  27/SET/2010, 6:39 PM
Translation  –  FOX FOX  27/SET/2010, 7:40 PM
Translation  –  PPAULO  28/SET/2010, 9:31 AM
Translation  –  PPAULO  28/SET/2010, 10:02 AM
Translation  –  Sidney  28/SET/2010, 11:58 AM
Translation  –  PPAULO  28/SET/2010, 3:34 PM

Contents of this forum are copy-free.
By S&K