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 LINGUISTICS & CULTURE


Autor:  Ana M
E-mail:  não-disponível
Data:  01/ABR/2005 3:05 AM
Assunto:  To Tom (re a crase)
 
Mensagem:  Hi Tom! Possa você me ajudar em compreender isto do livrinho, "Fala e Escreve Corretamente a tua Língua" de Luiz A.P. Victoria": Primeiro o livro diz 3 regras para emprego da crase, como "a) . . . substantivo feminimo b) . . . só o substantivo que admita artigo poderá vir precedido de crase c) . . . "não pode haver crase diante de palavras ou expressões que sirvam de sujeito e objeto direto, uma vez que estes elementos não podem ser regidos de preposição." [negrito por livro -- sorry none of it showed up here, but basically the "a's" in the samples were bolded throughout this quoted text, and the "a" with the names of the cities in the applicable section/s] E o livro dá exemplos e . . . vou cotar direitamente do livro: "Vejamos, agora, as frases seguintes: Vou a Santa Catarina. Ele foi a Roma. Ela foi a Minas. Dei um passeio a cavalo. Joáo estava a cantar. Nestes frases, a crase não é admissi'vel por não ocorrerem as condições nem do item a nem do item b. Com efeito, Santa Catarina, Roma, Minas, não admitem o artigo quando empregados como sujeitos; ninguém diz: A Santa Catarina é um belo Estado; A Roma é capital da Itália; A Minas é um Estado central. Quanto aos dois últimos exemplos, é curial** que, sendo um masculino, cavalo, e outro, verbo, estão inclusos no item a. Observação – Entretanto, se o nome de cidade, Estado ou país vier determinado pode empregar-se a crase: Vou à Roma dos Césares. Vou à Minas de Tiradentes." This is what really caused me to give up on trying to figure out when to use the accent over the "a". What does it mean/how does it happen that uma cidade, um estado ou um pais "vier determinado"? Continuando do livro: "REGRAS PRÁTICAS PARA O EMPREGO DA CRASE a) Quando no nominativo, iesto é, no caso do sujeito, a palavra admitir o artigo, emprega-se a crase; em caso contrário, omite-se. Exemplos:" Vou à Bahia (pois pode dizer-se: A Bahia é boa terra). Vou a Santa Catarina (sem crase, pois não se pode dizer A Santa Catarina é um Estado do Sul)." I can understand the concept in "empregando a crase" in all the ways explained in the book except as to how it relates to the names of places. Why can you use "a Bahia" but you can't use "a Santa Catarina" as the subject of a sentence? [Well, maybe I'm a little fuzzy on "regra c)" above, which I have quoted in its entirety, esp. the last part "não podem ser regidos de preposição" = that can't be governed by a preposition? (I don't know what this means, either, I guess.) I also don't know what "curial"** means above. Well, when you have time, I would appreciate any help you can give me (or if you know someone else who "works" these pages -- you guys are wonderful! -- and would like to tackle this one). I have never seen anything like this in past studies (of Port) in English and only have this in Portuguese. Thanks a lot, Ann


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 To Tom (re a crase)  –  Ana M  01/ABR/2005, 3:05 AM
Re: To Tom (re a crase)  –  Tom  01/ABR/2005, 2:12 PM
Re: To Tom (re a crase)  –  Ana M  01/ABR/2005, 4:34 PM
Re: To Tom (re a crase)  –  Tom  01/ABR/2005, 5:13 PM

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