English Made in Brazil
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Schütz & Kanomata - ESL
NATIVE SPOKEN ENGLISH
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ARQUIVO 15 - PERGUNTAS  E  RESPOSTAS  DE  ABRIL A JUNHO 2001

Este foro é aberto ao público. Todos são convidados a perguntar, questionar, divergir, opinar, ou esclarecer. Mande suas consultas e opiniões para um dos endereços abaixo e nós responderemos com a maior brevidade possível. As mensagens de interesse geral, juntamente com as respostas, serão publicadas com o nome do autor. Consultas em inglês serão respondidas em inglês; consultas em português serão respondidas em português. Respostas já publicadas podem sofrer revisões.

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Q #406: Bilingüismo e trilingüismo na infância
Prezado Ricardo,
Sou pedagoga e moro nos EUA, NJ. Passei boas horas estudando inglês pelo seu site. Parabéns, está maravilhoso! Gostaria que vc me orientasse e indicasse bibliografia sobre o que vc estudou no crescimento de sua filha, ou seja, a aprendizagem de 3 idiomas. A razão é por que sou casada com um chileno. Nos comunicamos em espanhol, ocasionalmente em inglês (o qual estou estudando). Estamos planejando um bebê para o próximo ano e esta questão da linguagem me preocupa muito. Por ter formação pedagógica, me interessa muito este tema, para que meu futuro filho adquira a herança cultural de meu marido, minha e do lugar onde vivemos. Não o quero alienado! Por favor, apreciaria muito sua ajuda. Temos tempo, mas gostaria de começar a pesquisar desde já. Quem sabe faço um laboratório? Já pensei em transformar esta futura experiência em tema de tese. Desculpe o tom informal, mas passei tanto tempo no site que gostaria de conversar com vc (s) por um longo tempo. Desde já muito obrigada! Aguardo ansiosa a resposta. Irla <luisg*bellatlantic.net> June 29, 2001

Q #405: Hi! My name is Elizabete, I'm Brazilian and I work as an English teacher. I'm preparing a CASE STUDY about HOW TO GIVE A GOOD AND AN INTERESTING ENGLISH CLASS. The only problem is that I need some help based in other people studies because it has to be based on my experience and on others experience, too. Could you help me, please? Thanks a lot. "Yazigi Pirituba" <idlp*terra.com.br> June 28, 2001

Q #404: Caro Ricardo e equipe,
Em primeiro lugar parabéns pelo site, referência no idioma inglês no Brasil.
Em diversas ocasiões, no site, encontrei menções que de alguma forma diminuem a validade dos certificados da Universidade de Michigan em relação àqueles de Cambridge. Minha pergunta é, em que se baseia este conceito? Completei os dois exames de Michigan, ECCE e ECPE (competency e proficiency) assim como o FCE e o CPE de Cambridge. Na minha opinião, o Proficiency de Michigan não perde em nada para o de Cambridge, me pergunto inclusive se não o supera. Já o CCE em relação ao FCE, tive a nítida impressão que o de Michigan apresenta maior conteúdo, o que o tornaria mais válido. Além disso, acredito que os diplomas de Michigan apresentam certa vantagem por se tratar de uma universidade americana, já que o inglês americano é o mais comum no Brasil, e o vocabulário e a pronúncia Britânica podem ser um obstáculo a mais àqueles que desejam se diplomar. Agradeço a atenção. <vitor*velloso.com> June 28, 2001

Q #403: I'd like you to define what you think one-to-one really is and what are the advantages and disadvantages when you teach one-to-one students. Kenia Cristina Almeida <kenia*sacranet.com.br> May 29, 2001

Q #402: Dear Ricardo,
My name is Iza and I have been working as an English teacher for 17 years. I am taking a M.A. in Applied Linguistics and TESOL. Your site is very interesting. I am developing an extended writing on The Perfect Present. What kind of approaches do you suggest for the teaching of the Present Perfect? Iza Abreu <izaabreu*rbo.com.br> May 28, 2001

Q #401: Sou pós-graduando do curso de Didática do Ensino Superior e estou trabalhando com a temática "A utilização de recursos audiovisuais no ensino de língua inglesa". Como professor de inglês, observo a dificuldade de aprendizado dos meus alunos e o interesse pelo idioma. Trabalho em uma escola partcicular e de idiomas e achei que produziria um bom material que serviria de auxílio aos colegas professores. Pesquisando na internet a respeito dessa temática, descobri este site, que me despertou muito interesse e gostaria de receber o máximo de informações possíveis a respeito do tema já colocado. Li muita coisa que estava escrita por Ricardo Schütz, com que me identifiquei bastante, pois também sou autodidata na língua inglesa. Tive a oportunidade de estudar 30 dias na Inglaterra, o que me ajudou bastante para o melhor conhecimento do idioma. Espero que possam me ajudar. Agradeço desde já.
Abraços, Hípias de Carvalho Lemos <hclemos*yahoo.com> May 20, 2001

Q #400: Importância da homogeneidade do grupo e "error correction"
Professor Ricardo Schütz e equipe,
Sou formada em Letras português-inglês e neste ano estou cursando Licenciatura. Tenho um trabalho de campo para ser entregue no final de junho, na disciplina Psicologia da Educação. Dou aulas de inglês em um curso particular e por ter uma aluna tímida, resolvi escolher este tema para fazer o meu trabalho. Ela tem 11 anos e quase não fala nas minhas aulas. Quando lhe faço perguntas ela as responde muito baixo. Os outros alunos da turma são mais velhos, tendo entre 12 e 16 anos. Gostaria de obter ajuda sobre como agir da melhor forma com esta aluna e de saber se os teóricos da educação (como Piaget, Vygotsky, Gagné, Skinner, entre outros) abordam este tema e se há alguma bibliografia que eu possa consultar sobre isto para fundamentar meu trabalho. Desde já agradeço a atenção. Sua resposta será de enorme importância para mim. Muito obrigada, Ludmila.
Ps: favor não publicar meu e-mail. May 16, 2001

Q #399: Language Acquisition em escolas de 2° grau
Prezado Ricardo,
É sempre gratificante poder conhecer pessoas como você, que, através de sua dedicação ao conhecimento, nos levam a pensar e este é o motivo pelo qual resolvi escrever.
Primeiramente, gostaria de compartilhar com você idéias e pensamentos que venho cultivando já há alguns anos, desde que resolvi me dedicar àquilo que é minha grande paixão: ensinar inglês. Comecei a lecionar inglês aos 16 anos e a partir daí não parei mais. A cada ano que passava, me sentia mais comprometida com a minha opção e passei, então, a me dedicar a estudá-la. Fazia aquilo não por obrigação profissional, mas sim por puro prazer. Foram cursos, palestras, workshops, certificados; tudo o que estava ao meu alcance em termos de aprendizado da língua e como transmití-la, eu fazia. Trabalhei em várias escolas de idiomas, mas nunca, em nenhum momento, deixei de questionar seus métodos de ensino e como trabalhavam, o que me custou alguns empregos! Hoje em dia, busco respostas às minhas infindáveis perguntas quanto a vários aspectos do aprendizado.
Tive a oportunidade de ler várias de suas matérias, e confesso que gostaria de ver como funciona na prática "The Theory of Second Language Acquision" by Stephen Krashen. É aí que entra a minha pergunta: na prática a teoria é outra? Se eu bem entendi, a idéia central desta teoria está na apreensão da língua e não no aprendizado da mesma. Isso me faz retornar às minhas aulas de Filosofia no magistério. Aprender ou apreender? Este último é, com certeza, bem mais profundo, pois nos dirige à essência do objeto de estudo sem se ater à sua forma, tamanho, cor etc. Sempre que a minha professora queria exemplificar a diferença entre o apreender e o aprender, ela pegava várias canetas de várias formas, cores e tamanhos e nos perguntava: "O que faz com que todas estas canetas sejam canetas, independentemente de sua forma, cor, tamanho etc?" E como resposta, nem sempre fácil, ela dizia: "Bem, o que faz delas todas a mesma coisa é a sua essência, que não está na forma, no tamanho, na cor, mas sim naquilo que um dia vocês apreenderam dentro de si como sendo uma caneta." Tentando transferir este conhecimento ao aprendizado da língua, seria como dizer que langauage acquisition é aprendizado da língua através de sua essência; aquilo que cada um de nós apreende da língua sem se preocupar (e aqui me refiro ao sentido literal da palavra, se ocupar antes que seja necessário) com a sua forma, pronúncia, spelling, etc, e, de acordo com nossos conhecimentos prévios, experiências vividas, convívio social, enfim nossa bagagem de vida.
Se todo este raciocínio está correto, então concordo plenamente com esta teoria, porém não vejo uma forma eficaz de aplicá-la à realidade de um brasileiro que quer aprender o inglês sem sair do Brasil, por uma simples razão: nós não podemos oferecer a ele a essência da língua, que como você já disse com bastante correção, se adquire através do convívio, contato, em situações reais de interação em ambientes da cultura estrangeira. Tudo que se tente fazer para proporcionar ao aprendiz um ambiente parecido, será, no mínimo, frustrante, pois não estaremos lidando com a realidade, mesmo porque esta nunca será nossa realidade. O que percebo é que esta teoria tenta transformar um aprendizado, que já é por sua natureza artificial (inglês não é nossa língua materna), em um processo natural, como se o simples fato de se tentar criar situações reais (que não serão espontâneas e sim programadas) de interação em ambientes da cultura estrangeira, faça despertar no aprendiz uma assimiliação natural da língua. E ainda, eu pergunto: Não se deve levar em conta a freqüência deste convívio? Como proporcionar ao aluno brasileiro, que mora no Brasil e não tem dinheiro para morar em um país de língua inglesa, um convívio realmente eficaz que lhe proporcione esta assimilação natural da língua?
Sou um pouco cuidadosa em dizer que este ou aquele método de ensino está superado ou não serve ao aprendizado. Cada um de nós aprende e apreende de formas diferentes e por caminhos muitas vezes surpreendentes. Somos um país de diversidades culturais, sociais, econômicas, territoriais, enfim, há que se respeitar as diversidades e procurar levar o aprendizado àqueles que não podem vir até ele, principalmente em um país como o nosso. Ainda considero a motivação uma das maiores aliadas do aprendizado e, no caso do aprendizado de uma língua, ela pode vir de qualquer situação, seja de um sonho de viagem, de um trabalho, de um namorado americano, de assistir "Friends" no Sony Entertainment sem ter que ler a legenda etc. O grande desafio é manter esta motivação em alta e é aí que entra o papel do educador e da escola em transformar esta motivação em aprendizado que servirá como nova motivação a mais aprendizado. Bem, acho que chega de divagações. Desculpe se tomei muito do seu tempo. Este é um assunto que poderia falar por horas. Ricardo, gostaria muito de saber como seria o dia-a-dia de sua escola ou instituição de ensino que oferece language acquisition na prática das aulas.
Atenciosamente, Andréa Improta <aimprota*uol.com.br> May 14, 2001

Q #398: Problemas com a ortografia do inglês
Em primeiro lugar, quero parabenizá-los pela excelente qualidade do site; ele é de grande ajuda tanto para professores quanto para alunos. Leciono inglês para diversas faixas etárias em uma escola de idiomas e também em uma escola de ensino regular. Em ambas me deparei com um problema: De fato, crianças demonstram mais facilidade em aprender idiomas, entretanto, meus alunos têm muita dificuldade em escrever corretamente. São capazes de pronunciar perfeitamente, e entender o que estão falando. Mas quando o assunto é escrever... Alguns também apresentam muita dificuldade para ler, talvez por ainda "pensarem em português" ao lerem um texto em inglês. O que vocês me sugerem? O que devo fazer para melhorar a leitura e diminuir a dificuldade na escrita de crianças? A faixa etária de meus alunos varia de 7 a 13 anos. Muito obrigada e, mais uma vez, parabéns pelo site! Viviane T. Matos - Brasília <vivianematos*bol.com.br> May 12, 2001

Q #397: Prezado Senhor,
Terminei o meu curso de inglês no ano de 1996 e confesso que desde então tive pouco contato com o inglês, mas este ano me matriculei no curso de ARC (Accent Reduction Course) oferecido pelo ..... Descobri que pronunciava muitas palavras erroneamente. Às vezes, sinto dificuldades com a pronúncia de certas palavras e quando vejo a transcrição fonética destas no dicionário, fico com dúvidas de certas representações, que acabam dificultando o meu entendimento. Através do meu professor, fiquei conhecendo o site elaborado pelo senhor e gostaria de parabenizá-lo pela excelente qualidade. Gostaria que o senhor me indicasse uma boa gramática de inglês e um bom dicionário que mostrasse a transcrição fonética e que me explicasse como entender as transcrições. Desde já agradeço a atenção dada a minha pessoa.
Atenciosamente, Sofia Kimi Uehara - Rio de Janeiro <kise_uehara*uol.com.br> May 11, 2001

Q #396: Olá, tudo bem? Preciso da ajuda de vocês.
Quando eu era menor eu tinha uma grande facilidade de aprender inglês, hoje em dia estou com 18 anos e parece que perdi essa facilidade, me sinto as vezes muito perdido nas aulas de inglês do meu curso (estou no avançado) e já o faço há 5 anos. Eu gostaria de saber se isso é normal e queria saber qual a melhor forma de recuperar isso.
Obrigado Rafael <mr_mushroom*ig.com.br> May 10, 01

Q #395: Gostaria de saber qual região dos EUA fala o inglês mais puro, ou seja, sem sotaques regionais como é o caso do Nordeste e Sul do Brasil. Obrigado pela atenção!
Deyvison Romangnoli <Deyvison*apac.org.br> May 6, 01

Q #394: Há alguma maneira ou segredo de escrever cartas en ingles? I mean, estou me preparando para o FCE, e vejo que tenho muita dificuldade en escrever as cartas. Meu professor me disse que "eu tenho que encontrar uma tecnica para escrever-las". ¿Aonde encontro essa tecnica? Já escrevi diversas cartas e ele sempre me diz que não estão bem redigidas, ja nao sei que fazer, pois o exame se aproxima e até agora as cartas não saem... Há algum livro especifico para escrever estes tipos de cartas? ¿Qual é o segredo das cartas neste tipo de exame? Não gostaria de reprovar só por causa delas! Desde já obrigada, Marcia Silva Santos" <msilvasantos*hotmail.com> May 3, 01


Q #393: As crianças misturam línguas?
Gostaria de saber se uma criança, quando adquire dois ou mais idiomas, fala os dois de forma misturada, como se fosse um, ou o cérebro dela consegue distinguir ambos? "Thiago" <thiagobreu*ig.com.br> Apr 30, 01

Q #392: Meu nome é Rafael e eu sou professor de Inglês para Maternal I/II e Jardim I, II e III, além de coordenador do Centro de Línguas e Informática do ..... (escola em Brasília). Eu e a coordenadora pedagógica da educação infantil procuramos muito por material que possa nos explicar sobre o ensino do inglês para crianças a partir de 2 anos de idade. Espero que você possa nos ajudar. Utilizo o livro 'Playway to English' da Cambridge Press. O livro é excelente, completo - vídeo, música, fantoche - e totalmente contextualizado. As crianças não aprendem inglês comigo, mas se comunicando com o Max - personagem do livro. A coordenadora argumenta que essas aulas não são válidas para crianças muito pequenas já que estas não tem maturidade suficiente para entender o que seja inglês ou o porquê de sua importância. Caso você possa nos ajudar com informações ou sugestões para material de referência, desde já agradeço. Rafael Parente <rafacpp*hotmail.com> Apr 27, 01

Q #391: Prezado Sr. Schütz,
Meu nome é Fernanda Gerent, tenho 22 anos e sou de Santa Catarina.
Gostaria de compartilhar um pouco as minhas experiências: Eu estudo Administração e Comércio Exterior e no momento estou estagiando na empresa General Electric Medical Systems em Wisconsin, cidade de Milwaukee. Quando eu tinha 16 anos eu vim para os EUA para morar com uma família americana e estudei numa highschool por um ano - foi excelente. Eu aconselho a todos que possam usufruir de tal experiência, que não percam as chances de ir, pois em minha opinião não há experiência comparável a esta. Em 1999 fui através de um programa da minha universidade estudar por um ano na Universidade de Innsbruck, na Áustria, para aprimorar o meu alemão, assim como o meu inglês. Gostaria que o Sr. fizesse comentários com respeito a questão de línguas estrangeiras, o por quê depois de aprender bastante uma língua, geralmente a compreensão é sempre muito melhor do que a fala, ou seja, eu tenho a impressão de que quando se é um estrangeiro e se fala uma língua que não seja a língua materna, pode-se comprender mais do que pode-se falar, mesmo quando a língua estangeira é falada muito bem e fluentemente.
Adorei seu site e e quero parabelizá-lo pela ajuda que tens proporcionado a tantas pessoas com respeito a dúvidas com a língua inglesa. Muito Obrigada!! Fernanda Gerent <Fernanda.Gerent*med.ge.com> Apr 26, 01
Prezada Fernanda,
A observação que você faz trata-se de um fenômeno normal. Understanding is always ahead of speaking, mesmo com a nossa língua materna. Por exemplo, se você escutar um pronunciamento do Presidente da República em cadeia nacional, feito de acordo com um roteiro muito bem pensado e cuidadosamente elaborado, você o entenderá perfeitamente, embora dificilmente consiga se expressar com tamanha clareza, precisão e elegância. Você também poderá ler uma obra de Machado de Assis e entendê-la plenamente, embora provavelmente não consiga produzir textos com o mesmo grau de perfeição. Nossa habilidade lingüística passiva é sempre superior à ativa.
Obrigado pelos comentários de apoio.
Atenciosamente,
Ricardo - EMB

Q #390: Caro Ricardo, morei 4 anos no Canadá onde estudei inglês em escolas diferentes.cheguei ao brasil em 94 desde então tenho lecionado inglês. Em 95 entrei na universidade federal de Alagoas no curso de letras (mas so aguentei 03 semanas de aulas, o curso não me agradou, eu queria estudar so inglês e este curso não existe aqui. Resolvi estudar para os certificados da Cambridge, fiz FCE e agora com uma professora britânica estou me preparando para o CAE. No entanto preciso de um curso de graduação para fazer um ótimo curso de pós-graduação que a universidade está oferecendo. Eu gostaria que você me indicasse uma universidade na qual eu pudesse fazer este curso por extensão, já que por familia e trabalho não posso sair de Maceió (o curso seria na minha área em inglês). Fico grato desde já pela ajuda. <JosTsup*aol.com> Apr 22, 01
Prezado Amigo,
Você já possui o prerequisito principal para uma boa formação acadêmica na área de línguas. O ideal seria que você tivesse esse mérito reconhecido na forma de isenção de algumas cadeiras. O problema é que nem sempre o titular da cadeira ou do departamento vai querer reconhecer esse fato. Ou porque isso significaria um pagante a menos, ou, no caso de universidades públicas, porquê a burocracia institucionalizada fala mais alto do que o bom senso.
Por outro lado, você deve entender que o conhecimento (fonologia, sintaxe, metodologia, história do inglês) que você pode vir a adquirir num curso superior, é também importante. Não vejo como pular uma etapa. Você deve procurar um programa de qualidade e que valorize da melhor forma possível a habilidade e a experiência que já possui.
Atenciosamente,
Ricardo - EMB

Q #389: Olá. Gostaria de dizer que gostei muito do site de vocês. Sou universitário e estou começando a estudar inglês. A minha dúvida está nos tempos verbais: gostaria de saber quais são e quando são usados. Não consigo entender a utilização do past perfect e do perfect continuous.
Obrigado, Alexandre Medeiros <medeiros99_99*yahoo.com.br> Apr 26, 01

Q #388: Hello Mr Schütz,
I would like to clarify some doubts. I hope you do not mind in pointing my nose to the right direction.
The rhythm of conversational English is more rapid and less precise than formal speech. Every spoken sentence contains syllables or words that receive primary stress. Like the beats in music, strong stresses occur regularly to create a rhythm. Certain words within the sentence must be emphasized while others are spoken more rapidly. This frequently causes sounds to be reduced, changed or completely omitted. To keep the sentence flowing, words are linked together into phrases and separated by pauses to convey meaning clearly. Effective use of rhythm may help us to achieve more natural-sounding speech.
In many languages, all vowels in all syllables are pronounced almost equally. Syllables are rarely lost or reduced as they are in English. It is likely that we are using our language's conversational patterns when speaking English. This habit may contribute to a noticeable foreign accent.
Contractions are two words that are combined together to form one. Contractions are used frequently in spoken English and are grammatically correct. If we use the full form of the contraction in conversation, our speech sounds stilted and unnatural. In conversational English, the words in phrases and short sentences should be linked together as if they were one word. (Do it now should be pronounced Doitnow). When words are linked together in this manner, sounds are frequently reduced or omitted completely. (I miss Sam = I misam).
This style of speaking (the use of contractions, linking and word reductions) is used by English speakers in normal conversation and is perfectly acceptable spoken language.
The rapid speech of native speakers can be difficult for us to understand at times. Sounds in words may run together, disappear or actually change.("I'll meet you" might sound like "I'll meetcha").
It is true that such expression is not the "King's English". In fact, the king would probably turn over in his grave if he were to hear them! Nevertheless, American English speakers use such rhythm patterns in informal, rapid speech. It is important for us to be able to understand these expressions when we hear them.
The material written above was adapted by me from many books of Pronunciation of English for international students, non-native speakers and so on which I've read in the last three years.
My question is: When should we use the formal speech? Does it accept contractions? If yes, which are advisable to be used.
Ronaldo <rtokozy*zdnetonebox.com> April 20, 01

Q #387: Caro Ricardo,
Gostaria de pedir sua opinião sobre como posso melhorar a minha capacidade em redigir, visto que estarei iniciando um mestrado nos EU em agosto de 2001. Livros, métodos, revistas? By the way, gostaria de elogiar a extrema utilidade dessa página para todos os profissinais e estudantes. Excelente trabalho, continuem assim. Paulo Toscano <toscano*ibeunet.com.br> Apr 15, 01

Q #386: Primeiro queria dizer-lhes que adorei o site. É muito completo Sou estudiante do Professorado em Português para estrangeiros na Universidade Nacional de Rosario (Argentina) e achei a página procurando material sobre o método audio-lingüístico para uma aula que devo dar na faculdade. Pensei que talvez poderiam dar-me um pouco mais de informação prática ou outros links para ampliar a minha informação. Até o momento li a Richards e Rodgers, que são muito descritivos sobre o método audiolingüístico, mas essa era bibliografia básica, e não consegui arrumar mais nada. Aguardo a sua resposta. Muito agradecida, Virginia Suarez Dratman <vickybell*usa.net> Apr 11, 2001

Q #385: Caro Prof. Ricardo,
Fico muito feliz em saber que existem pessoas preocupadas em auxiliar colegas que estão, como eu, desenvolvendo pesquisas.
Estou em fase de confecção de monografia (Lingüística Aplicada ao Ensino de Língua Inglesa), e tenho uma pergunta que talvez você possa responder. Minha pesquisa baseia-se na dificuldade apresentada por muitos professores de LE em adquirir a competência lingüístico-comunicativa. Gostaria de saber:
- Quais os fatores que concorrem ou não para a proficiência lingüístico-comunicativa desses professores? (uma vez que muitos deles passam quase uma vida ensinando LE, mas não conseguem fluência).
- A fluência pode ser diretamente afetada pelo tipo de abordagem (gramatical/comunicativa)? Tenho lido algumas perguntas e respostas e percebi que muitos tem dificuldades em atingir a proficiência. Nesta pesquisa que estou desenvolvendo, estarei entrevistando professores fluentes e não fluentes.
Gostaria se possível que sugerisse algumas perguntas para eu fazer constar de meu questionário. Por último, sei que ao longo de seu trabalho deve ter tido experiências que possa compartilhar comigo, enriquecendo minha pesquisa. Se me enviar algo, por favor, envie a bibliografia. Desde já, agradeço e mais uma vez parabenizo-o pelo seu excelente trabalho. Por favor me ajude! "Eliéte S Beck" <l.beck*bol.com.br> Apr 6, 01

Q #384: Olá: Meu nome é Denise e tenho 25 anos. Nasci no Brasil mas vivi 9 anos em Portugal, onde aperfeiçoei muito o meu inglês, pois em Portugal o inglês academicamente é muito forte. Entretanto o meu listening and speaking sempre foi muito fraco, de modo que decidi vir para os EUA para aperfeiçoar. Estou aqui há 6 meses, moro com uma roommate americana há 2 meses e comecei na semana passada uma pós graduação em Gestão em Recursos Humanos. Estou escrevendo a vocês, porque estou super frustada com a minha performance: não estou minimamente fluente e muito menos penso em inglês. É verdade que tenho bastante contacto com a língua portuguesa, através de conversas com amigos, seja pessoalmente (pois há muitos brasileiros aqui) ou via Internet, mas de qualquer forma, acho que já deveria estar fluente, ou não? Toda gente me convenceu que em 6 meses eu estaria falando inglês e até agora nada! Ainda dou erros básicos, como querer usar o pronome he (ele) e usar she, coisas simples como essas. Isso é normal, passado 6 meses de aqui estar? Deverei tentar esquecer que o português existe? Como aumentar a fluência, se não tenho amigos americanos com quem praticar? Que tipo de exercícios vocês me aconselham fazer quando estiver sozinha, para melhorar a fluência? Decorar expressões? Não sei, gostaria muito da vossa ajuda. I hope to hear from you soon ... Denise <deny86*hotmail.com> Apr 2, 2001

PERGUNTAS E RESPOSTAS:
ÍNDICE
JULHO 2005 - DEZEMBRO 2006  |  JANEIRO - JUNHO 2005
JULHO - DEZEMBRO 2004  |  JANEIRO - JUNHO 2004
JULHO - DEZEMBRO 2003  |  ABRIL - JUNHO 2003
JANEIRO - MARÇO 2003  |  OUTUBRO - DEZEMBRO 2002
JULHO - SETEMBRO 2002  |  ABRIL - JUNHO 2002
JANEIRO - MARÇO 2002  |  OUTUBRO - DEZEMBRO 2001
JULHO - SETEMBRO 2001  |  ABRIL - JUNHO 2001
JANEIRO - MARÇO 2001  |  OUTUBRO - DEZEMBRO 2000
JULHO - SETEMBRO 2000  |  ABRIL  - JUNHO 2000
JANEIRO - MARÇO 2000  |  OUTUBRO - DEZEMBRO 99
JULHO - SETEMBRO 99  |  ABRIL - JUNHO  99
JANEIRO - MARÇO 99  |  OUTUBRO - DEZEMBRO 98
JULHO - SETEMBRO 98  |  JANEIRO - JUNHO 98
MARÇO - DEZEMBRO 97  |  SETEMBRO 96 - MARÇO 97

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