English Made in Brazil
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Schütz & Kanomata - ESL
NATIVE SPOKEN ENGLISH
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ARQUIVO 13 - PERGUNTAS  E  RESPOSTAS  DE  OUTUBRO A DEZEMBRO 2000

Este foro é aberto ao público. Todos são convidados a perguntar, questionar, divergir, opinar, ou esclarecer. Mande suas consultas e opiniões para um dos endereços abaixo e nós responderemos com a maior brevidade possível. As mensagens de interesse geral, juntamente com as respostas, serão publicadas com o nome do autor. Consultas em inglês serão respondidas em inglês; consultas em português serão respondidas em português.

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Q #366: Oi, gostaria de expressar toda a minha euforia em relação a este site, pois o mesmo já me esclareceu muitas dúvidas diante das perguntas de outros internautas que pareciam ler minha mente, mas agora tenho minhas próprias dúvidas. 1º- Gostaria de saber sobre a pronúncia do H em algumas palavras. Por que em algumas, como o exemplo de HOUSE, ele tem o som de R (no português), e em outras, como o exemplo HOUR, ele é mudo. Como posso saber a diferença, existe alguma regra?
Obrigado. Henrique Oliver <Wildon2001*aol.com> Dec 30, 2000

Q #365: Dear Sirs,
I have only just begun to look at your extensive website concerning Brazilian Portuguese. I am extremely glad to have found it and I am looking forward to investigating all the resources you have assembled here. Thank you.
A brief beginner's question on Portuguese usage:
As a brand new student of Portuguese I have quickly encountered a troubling ambiguity in my understanding of the use of the preposition "de". Usually translated into English as either "from" or "of", its usage in the following phrase is still puzzling to me:
Eu aprendi muito de você.
Does this translate as "I learned a lot from you" or "I learned a lot about you"? How are either of these English phrases expressed in Portuguese? Matt Herman <mherman*networkservices.net> Dec 12, 2000

Q #364: Caros amigos,
Meus mais sinceros parabéns pelo seu site. Sem dúvida o melhor do gênero.
Gostaria de um conselho. Me formei numa escola tradicional de inglês aos 13 anos de idade em São Paulo depois de um ano de curso. De la pra cá (tenho 22) nunca mais perdi o contato com o idioma sendo que comecei a lecionar com 14 anos e não parei mais. Hoje coordeno uma equipe de 15 professores numa escola em Florianópolis - SC. Fui diversas vezes confundido com um "Native speaker" e não tenho praticamente nenhuma dificuldade de comunicação em inglês mas uma coisa me preocupa: Ao fazer minha matrícula para o CAE, fui informado que pelo meu teste de nível, este não seria um desafio, mas um certificado certo. Fui recomendado a tentar e fiz o CPE. Como resultado, recebi um "D" com desmérito em redação. Comparando as outras áreas do teste com os demais candidatos, percebi que obtive uma média muito boa, portanto sei que realmente foi a redação que me afundou. Por favor, como posso me aperfeiçoar em redação? Gostei dos conselhos dados sobre o uso da voz passiva e tenho sempre lido uma obra inglesa nas horas vagas. DirecTV com Closed Caption tem sido rotina também. Uma luz, por favor. Será que vou ter que retirar tudo que disse aos meus alunos durante anos sobre não precisarem ir ao exterior para alcançarem fluência? Já agradecido, Yuri Rogatscehnko Siqueira <yuri*teacher.com> Nov 13, 2000

Q #363: Atualmente existem muitas escolas de inglês. Minha dúvida é como saber qual é a melhor em termos de método, tempo para aprendizagem, etc. Você conhece o ......? O que acha dessa escola? Obrigado. "Fabio Antonio Pereira Lima" <plconsul*zaz.com.br> Nov 9, 2000

Q #362: Hi! I've just discovered your site, and I'm enjoying it a lot! However, I don't quite agree with you when you tell Brenta (Q#357) that the "A" in "A little knowledge is a dangerous thing" is used in spite of "knowledge" being an uncountable noun, just because it sounds better to the ear of the native speaker. In my humble opinion, "a little knowledge" has a different meaning from "little knowledge". Just like " I have a little bread" and "I have little bread" - tenho um pouco de pão / tenho pouco pão.
Please comment! I'm a Portuguese woman for whom the best possible English is very important professionally. So, I hope you don't mind that I occasionally contact you with questions. Also please feel free to correct any possible mistake in my writing - in fact, I'd really appreciate it!! Eunice <eunicemota*clix.pt> Nov 9, 2000
Dear folks at EMB:
First of all, as a native speaker of English who is considering teaching English in Brazil, I want to tell you how informative and inspiring your site has been for me. Keep up the good work! I must disagree with you, however, on your reply to Brenta (Q#357) regarding "little" versus "a little". A native English speaker would never confuse "little knowledge" with "a little knowledge": it is not just a question of which sounds better, these are both perfectly grammatical in the spoken language, and have distinct meanings, just as "I have little bread" and "I have a little bread" are both acceptable but mean different things. Uncountable nouns like "knowledge" and "bread" do not take the indefinite article, but "a little" in this context is a set adjectival phrase (only used with uncountable nouns) meaning "some". When modifying an uncountable, "little" (without the article) means on the other hand "not very much" - i.e. the emphasis is negative. The equivalent adjectives used with countable nouns are "a few" and "few": "a few students were late" vs. "few students were late" - again, quite a different emphasis. I strongly agree with your philosophy of language acquisition, and I hope that I will be able to use many of these concepts in my career as an ESL teacher.
Respectfully yours, Rod Browne <rod_browne*telus.net>
Q #361: Another question comes to my mind right now: I've read your reply to someone, mentioning the flapping rule. My question is: when Americans say /órâmétik/ for "automatic" instead of /ótâmétik/: is this also a flapping rule? Eunice <eunicemota*clix.pt> Nov 9, 2000

Q #360: Another one, while I'm at it: the verb "to substitute" seems a bit confusing: is
"you're substituting food for love" (I've read this sentence in an American diets website)
the same as
"you're substituting love with food"?
And in the latter, can the preposition "with" be replaced by "by" - i.e., is
"you're substituting love by food" correct?
I look forward to your reply. Thanks for your patience!!! Eunice <eunicemota*clix.pt> Nov 9, 2000

Q #359: Para ensinar crianças, ensine primeiro os pais
Parabéns pelo site. Tive a oportunidade de ler algumas perguntas e respostas e uma em especial me chamou a atenção. Ao ser perguntado sobre material de inglês da pré-escola à adolescência, o professor respondeu que não deveria haver uma preocupação grande com o material, mas com o contato humano, atividades extras, etc. Sou professor de inglês há 17 anos e sempre defendi esta tese, porém, quando os pais procuram uma escola de inglês para crianças, é inevitável que queiram saber sobre o material utilizado. Por conta disso, gostaria de saber onde posso adquirir bons materiais para crianças de 3 a 13 anos, ou talvez, além do material, informações, conselhos e metodologia de atividades e aulas para crianças? "Klinger" <ksouto*argo.com.br> Nov 6, 2000

Q #358: Gênero de substantivos e sexist language
Primeiro quero parabenizá-los pelo site, um espetáculo. Gostaria de uma ajuda com relação ao assunto gênero dos substantivos, pois estou com dificuldades neste assunto e gostaria se possível de alguns exemplos, pois também preciso elaborar um trabalho sobre o mesmo. Agradeço desde já qualquer ajuda. Vanderlei Silva <Vando*nitens.com.br> Oct 26, 2000

Q #357: Olá pessoal do EMB! Será que vocês poderiam me explicar o seguinte provérbio? "A little knowledge is a dangerous thing." Por que foi usado o artigo "a" com o substantivo incontável "little knowledge"?
Agradeço a vocês desde já. Brenta <agfaria*brhs.com.br> Oct 22, 2000

Q #356: Antes de tudo, gostaria de parabenizar os responsáveis pela elaboração deste site. Vcs estão de parabéns! Minha dúvida é com relação ao uso dos verbos to do & to make. Qual seria a diferença básica entre eles? Obrigada e um grande abraço! Daniela <danicaffer*blv.com.br> Baurú, Oct 20, 2000

Q #355: Hi! First, congratulations for the site!
I am an EFL teacher and at the present moment I am taking a post-graduation program at UFSC in English and Applied Linguistics. My project is about the teaching of Reading in secondary public schools. More precisely, I want to investigate why public teachers do not emphasize the skill 'reading' in class. But, unfortunately, it has been quite difficult for me to find out relevant theory about it. Do you know any articles in Brazil that have been published about this issue? I would be grateful if you and your group of teachers could help me. Thank you,
Daniela Gomes de Araújo Nóbrega <danielanobrega*hotmail.com> Oct 16, 2000

Q #354: Prof Schuetz,
Quero primeiramente parabenizá-lo pelo conteúdo de alta qualidade deste site. Gostaria de pedir uma opnião sua a respeito de uma dúvida que estou tendo quanto à escolher um bom método para se obter a fluência em inglês. A questão é a seguinte: estou no último bimestre da faculdade de Turismo, então decidi neste bimestre mesmo retomar meus estudos de língua inglesa para estar pronto a enfrentar o mercado e para posteriores cursos no exterior. Então cheguei a duas opções cabíveis para poder estudar inglês juntamente fazendo estágio e finalizando a faculdade. Uma delas é estudar em uma escola de nome muito tradicional em São Paulo pagando a quantia de 950 reais por bimestre ou 330 reais por mês, podendo se ter duas aulas por semana de duração de 1 hora e 50 minutos além de se ter acesso a biblioteca, videoteca, e outros serviços de apoio ao aprendizado. A outra opção seria a de estar indo umas duas vezes por semana na casa de um casal de amigos nativos dos EUA para poder praticar conversação, pois eles me ofereceram esta ajuda e sem cobrar absolutamente nada. Na realidade optei de estar praticando conversação com esses meus amigos pois achei mais vantagioso pois além de não gastar uma fortuna em escola, estarei praticando com nativos e tendo a interação humana que é o principal no aprendizado. Gostaria de saber sua opnião sobre isso. Será que optei certo? Levando em conta que tenho um inglês de nível intermediário e uma razoável bagagem na parte gramatical. Levando também em conta que na escola eu iria ter bastante gramática juntamente com a conversação e com esses meus amigos só praticarei conversação. Uma outra questão é que ano que vem pretendo fazer um curso de extensão e pelo que eu pesquisei algumas faculdades exigem o TOEFL e outras não. Então gostaria de saber se somente fazendo conversação alcançaria uma nota mínima para se entrar numa universidade americana, canadense ou australiana. E uma última questão é que gostaria de saber se todas as faculdades desses países exigem o diploma universitário para se entrar num curso de extensão pois andei vendo também que alguns programas de extensão não exigem que se tenha o diploma propriamente dito. Muito obrigado até aqui e conto com a sua ajuda.
"Cesar Umekita" <umekita*osite.com.br> Oct 14, 2000
    1. Você está 200% certo na sua decisão de escolher o convívio num ambiente de língua e cultura estrangeira em vez do estudo formal através de um plano didático.
    2. Se algum programa no exterior não exigir o TOEFL ou equivalente, nem graduação de 4 anos de universidade, deve tratar-se de algum curso profissionalizante sem crédito acadêmico. Que seja do meu conhecimento, toda universidade em país de língua inglesa exige algum teste que comprove proficiência na língua. Veja com suspeita qualquer programa que não exija o TOEFL ou equivalente. Veja com mais desconfiança ainda se não exigir graduação superior. O TOEFL, o IELTS e o CPE têm uma finalidade específica: a de demonstrar que sua proficiência na língua é suficiente para ingressar em uma universidade.
    3. Para desenvolver sua proficiência, minha sugestão é que você se dedique a muita leitura em paralelo à conversação, para desenvolver sua familiaridade em ambas, na língua falada e escrita.

    Atenciosamente, Ricardo - EMB


Q #353: Como ensinar inglês a crianças II
Gostaria que me ajudassem a escolher aqui no Brasil (São Paulo) ou em Miami na Flórida, algum curso intensivo para crianças. Tenho uma filha de 11 anos a qual já cursou a Escola ...... por 4 anos e há 2 anos tem tido aulas particulares em casa 2 vezes por semana. Sinto que ela já deveria estar em um nível mais elevado, contando que ela viaja para o exteriror praticamente todas as férias. O mesmo acontece com meu filho de 8 anos. Se possível gostaria de ajuda pois gostaria de um curso de inglês mais intensivo, para eles poderem começar a estudar outras línguas. Ambos têm uma inteligência normal para a idade. Os 2 falam e escrevem hebraico e português correntemente pois estão em uma escola judaica. Como costumo passar as férias em Miami, quem sabe tenha lá um curso mais intensivo, o qual eles possam fazer nas férias escolares daqui do Brasil, ou algum curso aqui no Brasil.
Desde já agradeço, Beti Sikri <lelo*zip.net> Oct 4, 2000.

PERGUNTAS & RESPOSTAS:
ÍNDICE
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JULHO - DEZEMBRO 2004  |  JANEIRO - JUNHO 2004
JULHO - DEZEMBRO 2003  |  ABRIL - JUNHO 2003
JANEIRO - MARÇO 2003  |  OUTUBRO - DEZEMBRO 2002
JULHO - SETEMBRO 2002  |  ABRIL - JUNHO 2002
JANEIRO - MARÇO 2002  |  OUTUBRO - DEZEMBRO 2001
JULHO - SETEMBRO 2001  |  ABRIL - JUNHO 2001
JANEIRO - MARÇO 2001  |  OUTUBRO - DEZEMBRO 2000
JULHO - SETEMBRO 2000  |  ABRIL  - JUNHO 2000
JANEIRO - MARÇO 2000  |  OUTUBRO - DEZEMBRO 99
JULHO - SETEMBRO 99  |  ABRIL - JUNHO  99
JANEIRO - MARÇO 99  |  OUTUBRO - DEZEMBRO 98
JULHO - SETEMBRO 98  |  JANEIRO - JUNHO 98
MARÇO - DEZEMBRO 97  |  SETEMBRO 96 - MARÇO 97

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